RIVA PAGOU UÍSQUES,FORMATURAS,MASSAGISTAS E MENSALINHOS PARA POLÍTICOS


O papai da deputada Janaína Riva foi preso pela terceira vez só este ano aqui em Cuiabá/MT.
Nesta terceira prisão,ele foi acusado de desviar dinheiro da Assembléia Legislativa de Mato Grosso.
Vamos ver com esse pilantra gastava o meu dinheiro:

O ex-deputado José Geraldo Riva teria desviado quantias milionárias da Assembleia Legislativa para pagar mimos como uísques, festas de formatura, jantares e massagistas para diversas pessoas em Mato Grosso. Conforme o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), até mesmo um 'mensalinho' era distribuído para políticos do Estado. Em consequência aos supostos crimes, o ex-parlamentar foi preso na última terça-feira (13), na segunda fase da Operação Metástase, denominada como “Célula Mãe”.

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Segundo divulgado pelos investigadores, o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso utilizava os recursos públicos denominados verbas de suplementos de forma inapropriada. O dinheiro era desviado para pagamento de despesas pessoais. Honorários advocatícios também eram descontados da verba pública. 

Além de José Geraldo Riva, foram presos os servidores Geraldo Lauro e Maria Helena. Ambos exerceram a chefia do gabinete do ex-parlamentar. Manoel Marques, ex-auditor-geral da “Casa de Leis também teve liberdade privada. As detenções foram decretadas com base na garantia da ordem pública e conveniência da instrução Criminal.

Conforme o GAECO os servidores ouvidos na primeira fase da Operação Metástase confirmaram a existência de uma organização criminosa comandada por Riva. Em setembro, 22 pessoas foram detidas temporariamente para apuração de um suposto esquema de desvio de verbas públicas, no valor estimado de R$ 2,6 milhões.

José Riva segue preso no Centro de Custódia da Capital, sem previsão de liberdade. Novas informações, expondo os dados sobre os mimos distribuídos, serão ofertadas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado, em momento conveniente.

“Salienta-se que todos os servidores ouvidos pelo Gaeco na primeira fase da Operação Metástase ( com exceção dos líderes da organização) afirmaram a existência de um estratagema criminoso arquitetado pelos líderes visando dificultar a descoberta da verdade, com a consequente blindagem do núcleo criminoso. Outras frentes estão sendo abertas e novas fases não estão descartadas”.


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