DEPOIMENTO DE UMA EX-FEMINISTA

Olá amigos,esta será minha última postagem do ano,nada melhor do que terminar o ano com um depoimento de uma ex-feminista que enxergou todos os podres deste movimento de merda chamado feminismo.Veja:

Ótimo depoimento de uma curtidora de nossa página, Tamára Nascimento, dedicado às meninas cegadas pelo feminismo:

Confesso que quando li a palavra feminismo pela primeira vez, meus olhos brilharam e adorei a ideia de existir um movimento exclusivo para as mulheres, que até então para mim, visava os direitos e a igualdade delas. Me encaixei no movimento e comecei a curtir tudo quanto é página feminista e a compactuar com as ideias feministas. Achava o máximo as campanhas contra o estupro, contra a violência, contra os padrões de beleza que nos eram impostos, contra o homem que via a mulher como objeto, contra a ideia dos homens fazerem o que quisessem e não levar fama nenhuma, e as mulheres já serem chamadas de putas, vagabundas ou coisa pior e etc... Me senti abraçada pelo movimento pois até então ele atendia a todas as minhas formas de pensar. Só que daí, comecei a observar coisas estranhas também e que começaram a me incomodar. Comecei a notar muitas incoerências no movimento, muitos exageiros, muita coisa absurda com a qual, eu que sempre tive uma educação cristã, não poderia concordar.

As feministas e a busca por liberdade e "direitos":

Muito se discute no movimento feminista, sobre a liberdade da mulher, como se ela não tivesse nenhuma. Toda vez que ouço este grito por uma liberdade já existente aqui no Brasil eu começo a pensar que nós não estamos nos países do Oriente Médio onde as mulheres são TOTALMENTE desprovidas de voz e são vistas como meras propriedades de sua família e depois de seus maridos. Não sei se se lembram da garotinha de 8 anos que morreu depois de ter o útero perfurado na lua-de-mel com seu marido de 40 anos. Estas mulheres sim, deveriam se revoltar, fazer protestos e gritar pela igualdade e pela liberdade, para que pudessem ser vistas como seres humanos e não como propriedades ou mercadorias, pois muitas delas são até mesmo vendidas a homens imundos.
Estas mulheres são totalmente reprimidas, não tem direito a NADA, são totalmente submissas e violentadas todos os dias. Aí pelo que lutamos? Pelo “direito” de “dar” para dois ao mesmo tempo? Pelo “direito” de andar com o sovaco cabeludo? Pelo “direito” de jogar fetos no lixo? Ora, ambas não somos impedidas de fazer isso ou somos? Logo, o que o movimento feminista visa, não é o DIREITO de fazer isso ou aquilo e sim fazer e não ser “TAXADA”. Tenho o direito de ser peluda, mas não posso obrigar as pessoas a aceitarem isso e muito menos criticar as que optam em não ser assim. Tenho o direito de fazer suruba com 2 homens mas não posso obrigar as pessoas a aceitarem isso como um comportamento afetivo e sexual saudável. Posso tomar remédios abortivos ou recorrer a uma clínica clandestina mas não posso obrigar as pessoas a encarar isso apenas como uma escolha, quando na verdade, isso é cobrir as mãos com sangue inocente.

As feministas e o famoso “se os homens fazem, eu também posso fazer”:

Essa eterna luta de “ah mas os homens fazem e eu posso fazer também, se eles “comem” 10 mulheres numa noite eu também posso “dar” para 10 caras”. Bom, quanto a isto eu acho que a vida sexual de cada um é de responsabilidade dele e não cabe a mim e a ninguém ficar julgando. Agora me respondam: Que vantagem tenho eu em fazer isso? O que ganho com isso? Ir para uma festa, fazer uma suruba com um monte de caras num motel e depois dizer que fiz porque tinha vontade e porque tenho o mesmo direito que os homens tem? Uma pergunta: Alguém parou para pensar se essas pessoas que fazem isso são felizes? Se este tipo de relação afetiva é minimamente saudável? Quem foi que disse que homens que fazem isso são exemplos a serem seguidos? Algumas feministas criticam tanto os homens e querem fazer as mesmas coisas podres que eles fazem?
Se um homem sair sem camisa na rua, nada irá acontecer com ele. Se uma mulher sair sem camisa na rua, será presa por atentado ao pudor. Pronto, simples assim. Me sentiria ridícula ao tentar mudar isso, visto que no passado as pessoas lutavam por causas nobres de verdade que nem de longe se resumem ao direito de andar sem camisa pela rua ou protestar contra o kinder ovo que diferenciou as embalagens em rosa para meninas e azul para meninos.

Mulheres e alguns de seus direitos e privilégios:

Há uma grande diferença entre direitos e privilégios. Os direitos das mulheres, por exemplo, estão previstos na constituição federal de 1988. Os privilégios vemos por toda parte.
Dentre direitos e privilégios sabemos o seguinte: Mulher vota, mulher está inserida no mercado de trabalho, mulher ocupa cargos políticos (nossa presidente é mulher), mulher possui licença maternidade, mulher aposenta-se 5 anos mais cedo, mulher possui leis e delegacias específicas voltadas a elas (apesar disso não ajudar nada em casos de violência doméstica), em caso de acidentes são salvas primeiro, em determinados eventos mulheres pagam meia entrada, mulheres são poupadas de serviços pesados nas empresas e etc... Diante disso, me sinto sim uma cidadã privilegiada em muitos aspectos, e não uma coitadinha que precisa sair as ruas lutando pelo direito de andar sem camisa na rua.

Feministas e a igualdade de gênero:

Ao pesquisar em sites sobre o que seria essa igualdade de gêneros, achei diversas definições, porém a que mais se aplica é a seguinte:
“O conceito de igualdade está associado à justiça e à imparcialidade. É o princípio de organização social segundo o qual todos os indivíduos devem ter os mesmos direitos, deveres, privilégios e oportunidades. O gênero, por sua vez, é uma classe ou tipo que permite agrupar os seres que têm uma ou várias características em comum.”

Explicando isso de forma lógica,entende-se o seguinte: Homens e mulheres devem ter os mesmos direitos e PRIVILÉGIOS. E não é isso que acontece, visto que as mulheres possuem muito mais privilégios do que homens e isto não é motivo para que eu me sinta inferior aos homens e queira me alistar no exército ou trabalhar em obras e nos finais de semana ir para o campo de futebol para provar que eu tenho capacidade de fazer as mesmas coisas que o homem faz. Não preciso provar nada para ninguém, uma vez que estou absurdamente FELIZ com minhas características femininas que me faz ser naturalmente diferente dos homens.
Homens e mulheres são diferentes biologicamente. Homens tem ombros largos, possuem mais músculos, mais pelos, a voz mais grossa... Homens pensam muito mais em sexo do que as mulheres, embora as feministas achem isso um insulto a natureza feminina. Certa vez li num site uma frase muito bonita que diz o seguinte: “Homem e mulher foram maravilhosamente projetados em suas diferenças plenamente compatíveis e desejadas. Tanto é assim que, uma vez unidos, tornam-se uma só carne, segundo o livro de Gênesis. Deus seja louvado por essas diferenças!”

Feministas e seu desprezo pelas donas de casa

Certa vez ao navegar num blog de uma feminista, me deparei com um texto absurdamente ridículo, onde ela se referia a dona de casa como um ser submisso, sem voz, sem direito ao trabalho, ao estudo e ao prazer sexual. Fiquei indignada ao pensar em como ainda hoje, com as multifuncionalidades que a mulher adquiriu, uma pessoa possa relacioná-las como mera escrava de seus marido nada mais além disso. E isso não é de se admirar, visto que esta feminista deve ter lido muitos livros da Simone Beauvoir onde ela diz que a dona de casa é uma parasita e seu trabalho é inútil para a sociedade. Provavelmente o trabalho da mãe, da avó, da tia e da irmã dessa feminista deve ter sido em vão caso elas tenham escolhido serem donas de casa. Casamento não é obrigação e quesito para uma vida plena e feliz, existem muitas pessoas que não se casaram e levam uma vida tranquila e feliz, porém, não é atacando a dona de casa ou o convívio familiar dela que as feministas vão conseguir convencer as pessoas disso. Cada um no seu quadrado né? Não estou com isso negando que ainda existe o machismo de alguns homens que pensam que a mulher tem obrigação de fazer as tarefas de casa, ou que tem o dever de ser submissa a eles. Porém, existem meios mais eficazes de se resolver o problema. Que tal cada mulher conversar com seu marido para tentar mudar esta linha de pensamento dele? Será que uma dona de casa honesta e trabalhadora precisa ouvir que é uma parasita ou uma inútil? Acho que não.

Marcha das Vadias:

Outro assunto que quero colocar aqui é a marcha das vadias e como ela NÃO SERVE PARA NADA a não ser chocar as pessoas e mostrar esquerdistas enfiando crucifixos no rabo achando que isso vai mudar alguma coisa. E o pior é fazer com que crianças participem disso, crianças que não tem ideia do que significa toda essa baderna. Colocar uma criança segurando um cartaz escrito “meu corpinho minhas regrinhas é NOJENTO”. Isso acaba contribuindo para que essas crianças iniciem uma vida sexual prematura, pois um dia elas irão questionar: “Mas mamãe, como assim meu corpinho minhas regrinhas?” E aí o que essa mãe vai dizer? “Ah minha filha, o corpo é seu e você dá para quem quiser e não dá se não quiser e ninguém tem nada com isso... Você pode sair na rua de tomara que caia e minissaia e se algum homem mexer com você é porque ele é um machista desgraçado que está te assediando. Você pode comer no Macdonalds todos os dias e se transformar numa mulher obesa e sedentária, ou fazer dietas malucas e pesar 40 quilos, porque ninguém deve colocar padrões em cima de você. Você pode engravidar e se não quiser ter o filho ou achar que não tem dom para ser mãe pode abortar pois afinal, ninguém pode te obrigar a ser mãe. Você pode fazer o que quiser com o seu corpo e quando as consequências chegarem até você, se faça de vítima e jogue a culpa na sociedade machista e no patriarcado.” Ta aí a explicação perfeita para uma criança de 10 anos. Genial né? Todas gostamos de fazer sexo com nossos maridos ou namorados, porém não precisamos gritar isso na cara da sociedade com cartazes que dizem que “quando me ajoelho não é para rezar”, ou que “me masturbo todos os dias”... Não vejo necessidade alguma de chocar as pessoas com isso, ou banalizar o assunto desta forma. As feministas se sentem livres sexualmente então que façam o que tiverem que fazer entre quatro paredes, e que poupem nossos olhos e ouvidos dessa baixaria. Ninguém é obrigado a ver esse tipo de coisa em praça pública, escancarado. A minha liberdade termina onde começa a do outro, porém não é isso que as feministas pensam. Querem respeito mas não respeitam o próximo.

Contradições feministas:

O feminismo é tão contraditório que critica a objetização da mulher, mas não levanta a voz para criticar as atitudes imundas da Valeska Popozuda que diz que “o poder está na buceta”. Isso começou a me incomodar demais, o fato do movimento feminista ser TOTALMENTE OMISSO as obscenidades do funk.
O feminismo deveria se manifestar totalmente contra o funk, pois ele é um exemplo nato da violência a mulher ao denegrí-la e tratá-la como se ela fosse uma mercadoria barata. Porque o movimento não se posiciona contra isso sendo que uma das ditas lutas é a NÃO OBJETIZAÇÃO DA MULHER? Porque não se mostram contra bailes funks onde mulheres colocam seus corpos a mostra e cantam músicas que dizem que a mulher é cachorra, puta e interesseira? A Valesca Popozuda se declara feminista nata. Que triste isso! Não quero alguém como ela me representando não. Agora esse tipo de coisa elas não combatem, elas não se posicionam e sabem por que? Porque é sempre mais fácil se fazer de vítima e jogar a culpa no homem que vê a mulher como objeto, do que admitirem que as próprias mulheres se colocam como mercadoria e se expõem no palco como um pedaço de carne. E claro, não é de se estranhar uma atitude dessa onde tudo se resume em “meu corpinho e minhas regrinhas”, ou seja, se uma funkeira quiser trepar em cima do palco, ela terá total apoio das feministas porque o corpo e as regras são dela e sendo assim ninguém poderá criticá-la. Só que essas ditas feministas não pensam que existem muitas crianças vendo toda essa erotização explícita e que iniciarão uma vida sexual precocemente. E que assim sendo, meninas de 13 anos já serão mães e perderão a infância. Que crianças pobres, criadas por mães que quase se matam de trabalhar para dar uma boa educação a elas, sempre serão as maiores vítimas de uma gravidez precoce, de doenças como Aids, Hpv entre outras.
Por este tipo de coisa as feministas não lutam, não se impõem e não fazem barulho. Tudo isto passa em branco. As novelas, as músicas pornográficas e os programas de Tv como o Big Brother Brasil nunca fazem parte da pauta de discussão ou das lutas das feministas. Parece que discutir porque meninos gostam de rosa e meninas gostam de azul é mais importante do que discutir como os meios de comunicação estão contribuindo para a erotização de crianças e para a decadência da moral da mulher. O Brasil é conhecido pelo turismo sexual respaldado pelas feministas que insistem em defender mulheres como Tati Neves que filmou Justin Bieber dormindo provavelmente após ter passado a noite com ela. Os gringos vem para o Brasil achando que toda mulher é prostituta ou que vão para a cama com eles nos primeiros 30 minutos de conversa. Tudo isso resultado da péssima imagem que as mulheres do Brasil tem no exterior. Resultado do lema de vida que as feministas usam “meu corpo, minhas regras”.

Feministas e a cultura do estupro:

As feministas adoram dizer que vivemos numa sociedade onde existe a cultura do estupro. Para as mais radicais, TODOS os homens são estupradores em potencial, o que discordo totalmente. Me recuso a pensar ou que outras mulheres pensem que meu pai, meu avô, meu irmão e meus tios são estupradores. Não por eles estarem imunes a isso, mas porque sei, dentro de mim, que eles são homens bons. Não acho justo as inúmeras falsas acusações de estupro a que homens honestos são acusados. Não acho justo ficar neurótica e obcecada achando que posso ser assediada ou estuprada a cada esquina. A definição que dou a um estuprador é simples e direta: Ele é uma pessoa extremamente DOENTE. Se alegrar e sentir prazer na dor e no desespero do outro, caracteriza uma condição doentia. Logo, sei que estupradores poderão estuprar tanto uma mulher de calça jeans, quanto uma mulher de mini-saia, mas o problema é quando nego o óbvio. O problema é quando me recuso a admitir que uma mulher de mini-saia chama muito mais a atenção na rua do que uma mulher de calça jeans. E é justamente o que as feministas fazem. Negam o ÓBVIO e ainda te chamam de machista. Se eu irei a uma favela que é um local perigoso e com alto índice de criminalidade e antes passar no banco e sacar todo meu salário do mês e ao chegar na favela ser assaltada, claro que a culpa não será minha, mas precisarei admitir que fui imprudente. O mesmo se aplica ao estupro. Se eu sair de mini-saia na rua e for estuprada, a culpa não será minha, mas precisarei admitir que fui imprudente. Porém imprudência não é uma palavra que as feministas conhecem.

Feministas e a violência contra a mulher:

Qual não foi a minha surpresa ao pesquisar e descobrir que a lei Maria da Penha, NÃO diminui os casos de violência doméstica entre as mulheres. E tudo pelo fato de que muitas vezes, a mulher se envolve com bandidos, psicopatas, assassinos, traficantes e depois recebem o tratamento digno de um ser desta estirpe e corre na delegacia para denunciar este “homem” por agressão. O fato deles serem pessoas de má índole não justifica o fato de agredirem suas parceiras, porém esse risco de agressão diminuiria se elas procurassem HOMENS de verdade para se relacionarem.
E com relação a violência e agressão, as feministas se negam a admitir que mulheres também torturam e agridem seus parceiros. Mulheres roubam, mulheres matam, mulheres matam seus filhos para “viverem em paz” com seus parceiros... Mulheres também cometem monstruosidades e crimes bárbaros! custa admitir?

Aborto:

Confesso que um dia fui a favor da descriminalização do aborto. Porém hoje sou totalmente contra. As feministas adoram dizer que o corpo delas é delas e elas decidem o que farão com ele. Mas na hora de pedir para o governo descriminalizar o aborto e oferecer estrutura para que mulheres abortem, se esquecem completamente disso. Uma mulher que nunca quis ser mãe e tem um filho, pode aprender a amar este filho com todo seu coração. Agora uma mulher que aborta, nunca mais terá esse bebe de volta e possivelmente carregará essa culpa pelo resto da vida. O que é mais fácil? Levar a gestação adiante, ou criar um cemitério para fetos abortados? Mulheres que já fizeram aborto, tem grande chance de adquirir depressão embora muitas feministas não admitam isso. Não é ir ao médico e abortar. É levar culpa e arrependimento pro resto da vida, é passar por uma situação delicada e complicada onde você se responsabilizará pelo interrompimento da formação de uma vida. Embora as feministas considerem o feto como um “amontoado de células”, estas células estão ali por um objetivo. Construir uma nova vida. E não me acho tão superior assim para decidir se dou continuidade, ou interrompo esta construção. Dizer que não descriminalizar o aborto não impede que mulheres abortem, é o mesmo que pedir para que roubar deixe de ser crime pois é contra a lei mas mesmo assim existe gente que rouba. Se com o aborto sendo crime já existem muitas adolescentes irresponsáveis e despreparadas sendo mães, se este não vigorar mais como sendo um ato criminoso, aí sim teremos que pensar na hipótese de criar um cemitério de fetos. Um questionamento interessante em relação ao aborto é o seguinte: Feministas alegam que são a favor do aborto quando o método contraceptivo falha. Agora eu me pergunto: como os médicos terão acesso aos motivos que levaram a mulher a engravidar? Como ele saberá se foi por irresponsabilidade ou por falha no método contraceptivo? Será a palavra dela contra a dele. A vida estará mais banalizada do que nunca. Ao ver fotos de fetos aos pedaços pelo chão, comecei a pensar em como somos seres grotescos quando nos vemos no poder de decidir quem vive e quem morre. Este poder não compete-se a mim ou a ninguém. Somente a Deus(Deus que muitas delas dizem não acreditar que existe).

As feministas e a ausência da culpa

O que posso concluir é que o movimento feminista visa a todo momento a ausência da culpa. Pregam a liberdade total em leis que se baseiam em “meu corpo minhas regras” e “nada é errado se te faz feliz” para fazerem o que quiserem sem limites ou responsabilidade e daí quando as consequências de suas próprias irresponsabilidades chegam, se AUSENTAM DA CULPA e jogam tudo nas costas da sociedade machista e opressora e no patriarcado. Viver desta maneira é muito fácil e ao mesmo tempo triste. Fácil porque é um estilo de vida pautado na libertinagem, na falta de regras e limites. Os psicólogos dizem que todo ser humano precisa de limites para viver, e viver com limites é importante para a felicidade das pessoas. E se torna um estilo de vida triste porque elas pensam que são livres quando na verdade, são escravas de um sistema que maltrata a mulher fazendo com que ela aborte, despreze valores familiares, tente mudar a ordem natural das coisas, entregue seus sentimentos a relacionamentos incertos e passageiros, contribua com a desvalorização da mulher não só aqui no Brasil, mas no mundo todo dentre outros absurdos. Se isso é ser LIVRE, prefiro estar PRESA nos meus conceitos antiquados do que é ser mulher e, dentre estes conceitos, ser adepta do feminismo não é um deles.
 Fonte:
  https://www.facebook.com/resistencia.anti.feminismo.marxista/posts/232263280280258:0

VOCÊ MULHER QUE AINDA ESTA INSERIDA NESTA MERDA DE MOVIMENTO QUE LEU ESTE TEXTO,ESTÁ NA HORA DE REPENSAR SUA POSIÇÃO NÃO ACHA??????????????

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